Luiz Mott, o barulho do ilustre dândi
Regado a vinho argentino em sua vivenda em estilo neo-colonial no bairro dos Barris, almoçamos à sombra da palmeira imperial de 15 anos e 8 metros de um altura. Um lauto cardápio à base de camarões, charutinho de repolho e abobrinha à parmigiana. Confesso que de início me senti mal-ajambrado diante do refinamento do meu anfitrião, mas sua simplicidade derruba qualquer barreira. O Brasil inteiro conhece Luiz Mott pela guerra homérica que trava contra a homofobia [aversão e ódio aos homossexuais]. Uma luta visceral que o identifica como sendo o cidadão gay número um do país. Fato e realidade constatada inclusive pelo Ministério de Estado da Cultura ao reconhecer seu “notório saber” em uma de suas portarias institucionais. Levaríamos tempo enumerando todas as qualificações, títulos, curriculu...










