Dion recebeu seus amigos para comemorar o ano novo.

O Reveillon na paradisíaca Jauá foi um desbunde! Dion, o mais notável dos nossos empresários da noite GLS, não deixou por menos. Ele sabe, não há dinheiro que pague uma emoção sincera, então a verdadeira confraternização tomou conta da centena de convidados. A mansão, uma fortaleza com guarita, seguranças e a vigilância da Rotweiller Phedra foi o cenário para uma noite de pessoas especiais, aquelas do “favor confirmar o convite” afim se esbaldarem, digo mais, bebida e comida à vontade sem cerimônia ou parcimônia do anfitrião.

Cher, uma danadinha de daschsund [basset] marrom fazia às vezes de mascote das bibas, estava em todas e o que mais amei foi a piscina. Meu Deus, uma imensidão de água que começa nos jardins e entra pela casa adentro. Do retiro do guerreiro nem se fala, vários andares ricamente decorados que revelam o bom gosto do “Fabuloso” Dion. O mesmo artista que já pelo terceiro ano, faz um reveillon diferente, ou seja, leva da sua casa à praia um lindo espetáculo de transformistas .

A coisa funcionou assim e já era tudo orquestrado. O térreo teve todos os seus cômodos ocupados pelos transformistas que aproveitaram o espaço para se produzirem e se maquiarem. Logo no andar de acima – para que as pessoas pudessem se divertir antes da hora da virada – havia a sala de lazer com um home theater estrategicamente posto num vão enorme, passando algo da Cher, Madonna ou em primeira mão – o DVD do Show Fabuloso do próprio Dion. E nos jardins suspensos, como os da Babilônia mesmo, casais e convivas se posicionavam para assistir ou tinham a privacidade necessária.

Depois veio a contagem regressiva – o olho no relógio e o estourar da champagne celebrando o novo ano. Mil abraços, milhares de beijos e a palavra emocionada de Dion “agradeço de coração a presença de todos vocês. A cada ano os desafios de viver é uma constante, mas cercado dos amigos que tenho e estando com Deus ao meu lado, as dificuldades não existem”. E num piscar de olhos todos correram aos carros e formou-se uma grande comitiva de drags e das “celebridades montadas” para fazer acontecer a parte mais importante da festa. O Show ao ar livre, em frente ao mar e para uma platéia incontável dos nativos e veranistas da localidade de Jauá.

Tudo foi organizado na Barraca da India e Dion chegou glorioso com o seu staff de primeira grandeza. A medida que os transformistas iam sendo chamados para o show a galera vibrava. Crianças, senhoras e muita família, cantavam e dançavam ao som das performances dos artistas. Era contagiante. Assim subiu ao palco vários internacionais como “Café” que fez um número tal qual o que faz em Miami, a Marina Garllen – linda e deslumbrante que está prestes a voltar pra Itália, Ed Cyber a única “Drag Sideral” da Bahia, Andrezza Lamarque, que arrasou de Clara Nunes e o Moranguinho – um artista português que é o máximo em criar personagens. Depois veio a prata da casa, o elenco quase que oficial da Boate Yes Clube, Natasha Vogue, Duda Whesley, Rosana, Íris Sheldon e outras.

E pra terminar o Dion foi de uma sensibilidade muito providencial – fez uma homenagem a todas as mulheres – e por isso foi muito aplaudido e de pé – cantou “Mudanças” da Vanusa e como é a cara do empresário: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz” do Gonzaguinha, com essa música a coisa ferveu….enfim, quer mensagem mais positiva que esta?

Depois de ter feito a alegria e dado emoção a aquelas pessoas na praia, todos – a entourage GLS – voltou às pressas ao “Caruru da Virada” na casa do Dion, afinal é Bahia e o que se preza no respeito e na tradição terra, com certeza, tem dendê no meio!

Depois do manjar, não resisti, tirei o branco e cai naquela piscina deliciosa. Foi um reveillon atípico – sem fogos ou cascatas como nos grandes centros – mas entupido de gays, areia nos pés, muita cerveja, piscina na madrugada e o rico caruru de yansã – um , monte de emoções, a beleza do show e entre meus melhores amigos, quer melhor? Só o próximo e se Deus quiser e ele há de querer. Feliz Ano Novo para todos nós!

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