Café comanda: 32 baianos retados de bom!

Vou contar um segredo que só o Bispo sabe. Ela mesma, a impoluta estátua do Dom Sardinha – o que foi comido por índios antropófagos, toda em bronze e bastante fechativa, que tem assistido – todos os dias – o entra e sai de homens baianos gostosões e super sarados de um único lugar: o Edfício Thêmis. O que será que tem lá?

O prédio é antigo agora, mas já foi “vanguarda” e hoje, antes que os “mudernos” o “botem abaixo” lembrem-se todos que o mesmo é cartão postal, virou tradição na Bahia, tombá-lo como patrimônio seria no mínimo inteligente. Ali funcionou durante anos o restaurante friendly “Tenda de Oxumaré” da pouco feminina e lendária Lucia e a sua galeria no térreo abriga bares e lojas de artigos de umbanda e de candomblé. O local é privilegiado e fica em plena Praça da Sé. Em frente da estátua do poderoso Tomé de Souza e há poucos metros da “Cruz caída” local onde foi demolida a Sé primacial da Bahia colonial. É praticamente impossível o turista pisar em Salvador e não passar pela Praça da Sé. É neste cenário de todos os santos e santas que reside o mistério do Edf. Themis.

O segredo é que Café – este muito simpático empresário e transformista – comanda no prédio um staff de primeira. Homens da cor da terra. Um time de malhados que fazem qualquer um perder a cabeça e abrir o bolso sem pena. São nativos corpulentos que “dão a melhor massagem da cidade”, segundo Café quem provou volta. Sabe porque a Bahia tem fascínio? Porque aqui um “capitão de areia” um daqueles personagens do Jorge Amado pode acordar da estupenda farra e na cama, cheio de tesão e preguiça, sussurrar ao seu ouvido “ e aí meu rei? Gostou? Quer mais?”. Noite amor com um “retado” desses é libertar todos os seus instintos aprisionados. Pense bem e não dê bobeira, se jogue e rápido na Bahia do “Café”.

Mas quem é Café? Ele não revela a sua verdadeira identidade por pura vaidade. Me disse que seu nome original é feio. Eu duvido, mas em todo caso a gente respeita e não insiste. Agora ser conhecido como “Café” é outra história. Nos EUA um grupo de amigos assim o batisou – o tornou conhecido pelo fato do mesmo parecer demais com um personagem negro e hilário de um comercial de “Café”.

Daí não deu outra, virou o artista e o empreendedor “Café” que todos nós conhecemos. Mineiro de nascimento, Café aos 16 anos ganhou uma bolsa para dançar no corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Lá, aos 17 anos, conheceu o holandês Peter Schat que levou à Amsterdã e com o qual se “casou” numa cerimônia com direito à Igreja e tudo.

Café odiava o frio, mas amou a liberdade e as peculiaridades holandesas – “ drogas ao ar livre e gente vendendo prazer sexual nas vitrines” tudo muito louco e irreverente. O casamento anos depois acabou e então Café mudou-se pra Miami – onde até hoje tem casa e cidadania americana – e começou uma nova fase em sua vida, agora “dançando lambada”. Estava na moda e era o auge! Integrou um elenco de dançarinos que fez muitos shows nas Bahamas, México e na Disney.

Anos mais tarde, voltou a Europa e se juntou a amigos italianos e americanos fazendo nascer o “Zíngaro” uma troupe de artistas internacionais que deslumbraram a Grécia com espetáculos ricos e de muita criatividade. Rodin, Mikonos e Creta foram palcos generosos para Café e as suas “danças folclóricas do Brasil” que faziam um sucesso absurdo, com a casa cheia todos os dias. E foi numa praia gay cretense, onde Café dava aulas de dança no hotel GLS local, e após uma apresentação do seu show “Twister” que ele conheceu o seu “Deus Grego” que na verdade era um americano lindo, loiro e alto, chamado Glen Johnnes com o qual viveu uma tórrida e descontrolada paixão.

O empresário Café, que hoje se divide entre Salvador e Miami, é um ser humano rico em idéias e se mostra super apaixonado pela cultura afro-baiana. Mesmo participando da vida gay e cotidiana da terra, Café faz um desabafo: “ A Bahia é ainda muito provinciana para certas inovações GLS, ainda há um ranço moralista e primitivo no que ser refere a ousar e a disponibilizar o prazer sexual ao gosto de quem pede”.

Daí surgiu esta iniciativa do Scort Massagem Privet. Este é um serviço único do ramo, pelo menos aqui na capital da alegria. De qualquer ponto do Brasil ou mesmo chegando em Salvador e querendo o conforto e a segurança na hora de saber “ o que é que o baiano tem?” É sé ligar (71) 9192 5181 ou (71) 321 0265 e pronto, Café providencia tudo. Até um versátil bofe que dirige e com carro pra pegar o cliente no aeroporto Café tem à disposição. A casa de massagem que o nosso dançarino dirige – Café comanda os sarados e tem um casting de 32 rapazes de todos os tipos – com ênfase toda especial ao tipo nativo da Bahia – baianos com dotes inimagináveis.

Desde a simples amizade para bater um papo ou até as fantasias mais loucas com a parafernália sado-masô pra dar criatividade ao sexo ou na “capoeira do prazer” Café proporciona. Além do mais, nas salas e nos quartos reservados para o atendimento íntimo há bebidas importadas, canais a cabo, preservativos, gel lubrificante, cremes, óleos raros, revistas GLS, ar condicionado e se faltar alguma coisa, tudo pode ser providenciado para a satisfação do freguês.

Como tudo isto acontece no Centro Histórico de Salvador. A grande procura pelos massagistas de Café tem sido na sua maior parte gente casada, discreta e que não pode ser vista entrando num motel tradicional, também tem muitos homens de fora, executivos e profissionais que chegam a Salvador para algum congresso de categoria, turistas paulistas, bastante estrangeiros que são chegado nos “negões” e agora mais atualmente, me disse Café, que estão sendo procurados os seus rapazes para participarem de despedidas de solteiros e shows de strippers em bares e boates locais.

Como Café é um poço de surpresas, em breve Salvador terá mais um empreendimento GLS de peso e em bairro nobre da cidade. Por enquanto é surpresa, mas o ramo de arruda já está atrás da porta! Vai dar certo, se Deus quiser, e ele há de querer!

O telefone e endereço de contato com Café são:

ESCORT MASSAGEM PRIVE

Praça da Sé/Pelourinho

Edf. Thêmis/Sala 608

Tel. (71) 9192 5181 e (71) 321 0265

Atendimento 24 horas.

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